Quanto à função erétil, podemos afirmar:
a) A testosterona é necessária para a libido normal, mas não atua na qualidade, nem na quantidade da ereção.
b) O tratamento da disfunção erétil atual inclui inibidores da PDE5, terapia sexual, drogas injetáveis intracavernosas e terapia hormonal, sendo que não são mais utilizadas as próteses penianas.
c) Hormônios cerebrais como a prolactina e a melanocortina não modulam a função sexual masculina.
d) Estudos animais não mostraram que a dopamina e a noradrenalina estimulam agudamente a função sexual masculina.
e) Em várias situações cabe ao endocrinologista o tratamento da disfunção erétil, sendo que a melanocortina é uma nova terapia que poderá ser útil para este tratamento.
Respostas Comentadas
A ereção peniana é um evento vascular controlado pelo sistema nevoso autonômico: o sistema simpático é antierétil e o sistema parassimpático sacral é próerétil. Informações periféricas e supraespinhais são capazes de iniciar ou modular uma ereção presente e diversas aminas participam desses processos neuronais, tais como a serotonina, dopamina, noradrenalina e adrenalina, e a melanocortina.
O tratamento de escolha para a disfunção erétil são os inibidores de fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). A apomorfina sublingual tem eficácia limitada e deve ser usada apenas em casos leves. Para os pacientes que não respondem às drogas orais, pode-se usar drogas injetáveis no copro cavernoso e em último caso a prótese peniana, que ainda apresnta lugar no manejo terapêutico da disfunção erétil. Para os casos psicogênicos, a terapia sexual está indicada.
A terapia hormonal deve ser utilizada se há deficiência de testosterona comprovada laboratorialmente e confirmada, após investigação da causa. A testosterona é necessária para a libido normal, mas não é o único fator determinante, tanto que dos casos de disfunção erétil, cerca de 10% apresentam hipogonadismo.
Novas perspectivas terapêuticas surgiram com o melhor conhecimento da fisiologia da ereção e drogas como os agonistas de receptores da melanocortina poderão ser úteis no tratamento.
Resposta: E
a) A testosterona é necessária para a libido normal, mas não atua na qualidade, nem na quantidade da ereção.
b) O tratamento da disfunção erétil atual inclui inibidores da PDE5, terapia sexual, drogas injetáveis intracavernosas e terapia hormonal, sendo que não são mais utilizadas as próteses penianas.
c) Hormônios cerebrais como a prolactina e a melanocortina não modulam a função sexual masculina.
d) Estudos animais não mostraram que a dopamina e a noradrenalina estimulam agudamente a função sexual masculina.
e) Em várias situações cabe ao endocrinologista o tratamento da disfunção erétil, sendo que a melanocortina é uma nova terapia que poderá ser útil para este tratamento.
Respostas Comentadas
A ereção peniana é um evento vascular controlado pelo sistema nevoso autonômico: o sistema simpático é antierétil e o sistema parassimpático sacral é próerétil. Informações periféricas e supraespinhais são capazes de iniciar ou modular uma ereção presente e diversas aminas participam desses processos neuronais, tais como a serotonina, dopamina, noradrenalina e adrenalina, e a melanocortina.
O tratamento de escolha para a disfunção erétil são os inibidores de fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). A apomorfina sublingual tem eficácia limitada e deve ser usada apenas em casos leves. Para os pacientes que não respondem às drogas orais, pode-se usar drogas injetáveis no copro cavernoso e em último caso a prótese peniana, que ainda apresnta lugar no manejo terapêutico da disfunção erétil. Para os casos psicogênicos, a terapia sexual está indicada.
A terapia hormonal deve ser utilizada se há deficiência de testosterona comprovada laboratorialmente e confirmada, após investigação da causa. A testosterona é necessária para a libido normal, mas não é o único fator determinante, tanto que dos casos de disfunção erétil, cerca de 10% apresentam hipogonadismo.
Novas perspectivas terapêuticas surgiram com o melhor conhecimento da fisiologia da ereção e drogas como os agonistas de receptores da melanocortina poderão ser úteis no tratamento.
Resposta: E