Midríase: Dilatação da pupila. No cadáver, o reflexo pupilar é perdido logo que o tronco cerebral sofre a falência isquêmica. As pupilas geralmente ficam em posição moderadamente dilatadas, devido ao relaxamento do músculo pupilar, embora alterações posteriores possam acontecer, decorrentes do rigor mortis. No vivo, muitas drogas podem causá-da, tais como anfetaminas, maconha, cocaína, clorofórmio e outras, além de lesões do sistema nervoso.
Midríase na PCR:
Ela é um sinal muito importante de que a reanimação não está sendo efetiva, pois, além de não haver pulso, é um sinal de grave hipóxia cerebral. A midríase ocorre por parada da função do terceiro par craniano, o oculomotor, que por sua vez pára por falta de sangue no tronco cerebral, onde está o núcleo desse nervo. Como o tronco cerebral é a região que controla direta e indiretamente as funções vitais do organismo (respiração, pulsação), deduz-se que o cérebro está morrendo como um todo e que a chance de reversão da PCR é mínima, ou sujeita a seqüelas cerebrais muito graves. A ausência de pulso em um grande vaso só significa que não houve reversão da PCR.
Midríase na PCR:
Ela é um sinal muito importante de que a reanimação não está sendo efetiva, pois, além de não haver pulso, é um sinal de grave hipóxia cerebral. A midríase ocorre por parada da função do terceiro par craniano, o oculomotor, que por sua vez pára por falta de sangue no tronco cerebral, onde está o núcleo desse nervo. Como o tronco cerebral é a região que controla direta e indiretamente as funções vitais do organismo (respiração, pulsação), deduz-se que o cérebro está morrendo como um todo e que a chance de reversão da PCR é mínima, ou sujeita a seqüelas cerebrais muito graves. A ausência de pulso em um grande vaso só significa que não houve reversão da PCR.
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